Mais da metade dos investidores quer ampliar aportes em imóveis na América Latina
- há 23 horas
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O mercado imobiliário da América Latina deve registrar um novo ciclo de investimentos em 2026, impulsionado pelo interesse crescente de fundos e investidores institucionais no setor de real estate. Levantamento recente indica que 52% dos investidores pretendem aumentar sua alocação em imóveis na região ao longo do ano, com aportes que podem chegar a 10% ou mais de seus portfólios.
Os dados fazem parte do LATAM Investor Sentiment Survey, estudo elaborado pela consultoria imobiliária CBRE que reúne percepções de gestores de fundos, investidores institucionais e executivos do setor com atuação na América Latina.
Segmentos mais atrativos para investimentos
Entre os ativos considerados mais promissores pelos investidores estão:
Logística, impulsionada pelo crescimento do comércio eletrônico e da demanda por centros de distribuição;
Multifamily (empreendimentos residenciais voltados para locação);
Escritórios, especialmente em mercados consolidados e com bons índices de ocupação.
Esses segmentos são vistos como estratégicos por oferecerem renda recorrente e maior estabilidade, mesmo em cenários econômicos desafiadores.
Recuperação gradual do mercado
Após um período marcado por juros elevados e maior cautela nos investimentos globais, o mercado imobiliário latino-americano começa a mostrar sinais de recuperação. Especialistas apontam que a queda gradual das taxas de juros em alguns países e a retomada econômica podem estimular novos projetos e aquisições de ativos imobiliários.
Além disso, a região continua atraindo investidores internacionais devido a fatores como potencial de crescimento urbano, demanda habitacional e oportunidades de valorização em grandes cidades.
América Latina no radar global do real estate
O interesse crescente pelo setor reforça a percepção de que o mercado imobiliário latino-americano segue relevante no cenário global de investimentos. Para investidores institucionais, o real estate continua sendo uma classe de ativos importante para diversificação de portfólio e geração de renda de longo prazo.
Com a expectativa de mais capital entrando no setor ao longo de 2026, especialistas avaliam que o movimento pode estimular novos empreendimentos, aquecer o mercado e ampliar as oportunidades para investidores e desenvolvedores imobiliários na região.
Fonte: forbes.com.br



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